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Vítima trabalhava na colheita quando foi atacada pela serpente e precisou receber soro antiofídico. Estado de saúde é considerado estável.
Uma mulher precisou ser internada após ser picada por uma cobra jararaca na tarde de terça feira, 10, em um sítio localizado na zona rural de Dirce Reis, no interior de São Paulo.
A vítima trabalhava na colheita de abóboras quando foi picada na mão direita. Após o ataque, ela foi socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento de Jales, município vizinho.
Na unidade de saúde, a mulher recebeu soro antiofídico e foi medicada para controle da dor. Até a última atualização desta reportagem, ela permanecia internada e com quadro de saúde considerado estável.
A jararaca é uma das serpentes peçonhentas mais comuns no Brasil. De acordo com o doutor em zoologia Thiago Maia Davanso, a espécie pertence ao gênero Bothrops e possui veneno potente, capaz de provocar necrose na pele e afetar o sistema nervoso.
Um levantamento do Instituto Butantan, publicado em 2022, aponta que o Brasil registra cerca de 30 mil acidentes com serpentes por ano. As picadas de jararaca representam quase 70% desses casos.
Segundo especialistas, a presença desses animais é comum em áreas rurais e locais com vegetação, onde encontram alimento com facilidade. Mesmo assim, ataques a humanos não são frequentes.
A jararaca pode atingir até 1,5 metro de comprimento e, em geral, as fêmeas são maiores que os machos.
Em caso de picada, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente. No local da ferida, o recomendado é lavar apenas com água e sabão e evitar o uso de substâncias ou torniquetes.
Entre os principais sintomas estão dor intensa e inchaço no local da picada, além de manchas arroxeadas e possível sangramento. Em casos mais graves, podem ocorrer sangramentos nas gengivas ou no nariz, além de complicações como infecção, necrose e insuficiência renal aguda.
O tratamento com soro antiofídico deve ser feito o mais rápido possível em unidade hospitalar.