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Auriflama - Sábado, 02 de Maio de 2026

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Mulher morre após ter corpo incendiado e ser agredida pelo namorado; caso pode ser tratado como feminicídio

Vítima ficou internada por cerca de 50 dias e não resistiu às complicações; suspeito chegou a ser detido, mas foi liberado após depoimento


Mulher morre após ter corpo incendiado e ser agredida pelo namorado; caso pode ser tratado como feminicídio

Uma mulher de 36 anos morreu na quinta-feira (30) após passar cerca de 50 dias internada em decorrência de queimaduras e agressões sofridas durante uma briga com o namorado. O caso aconteceu no interior de São Paulo.

Segundo apurado, o crime ocorreu no dia 10 de março, no bairro Estância Bortoluzzo, em São José do Rio Preto (SP). Durante a discussão, a vítima teve o corpo incendiado e foi agredida pelo companheiro, de 33 anos.

Ainda conforme as informações, a mulher conseguiu se trancar no banheiro enquanto aguardava socorro. Vizinhos acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que realizou o resgate e a encaminhou com queimaduras graves para o Hospital de Base.

Devido à gravidade do estado de saúde, ela precisou ser entubada e, posteriormente, transferida para o Hospital Padre Albino, em Catanduva (SP), onde permaneceu internada até não resistir às complicações.

Durante o atendimento, o suspeito teria tentado impedir a ação da equipe médica, dificultando o transporte emergencial da vítima. Ele foi detido na ocasião por lesão corporal e violência doméstica.

Na sequência, o homem foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), mas acabou sendo liberado após prestar depoimento.

Com a morte da vítima, o caso deve ser reclassificado como feminicídio. Até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação sobre uma nova prisão do suspeito.

Entenda o caso

O crime ocorreu em 10 de março, após uma briga entre o casal

A vítima foi incendiada e agredida dentro de casa

Ela ficou internada por cerca de 50 dias

O suspeito foi detido, mas liberado após depoimento

Com a morte, o caso pode ser tratado como feminicídio

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