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Região - Quinta-feira, 20 de Março de 2025

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Piscicultores estimam prejuízo de R$ 1 milhão após morte de 30 toneladas de peixes

Mortandade começou após mudança na cor da água do Ribeirão Fartura; técnicos da Cetesb farão análise para apurar causas


Piscicultores estimam prejuízo de R$ 1 milhão após morte de 30 toneladas de peixes

UBARANA - Piscicultores de Ubarana, estimam prejuízos de aproximadamente R$ 1 milhão após encontrarem cerca de 30 toneladas de tilápias mortas em tanques-rede no Ribeirão Fartura, braço do Rio Tietê.

A mortandade dos peixes começou na última terça-feira (18), após a mudança da coloração da água registrada no fim da semana anterior. Devido ao problema, a Prefeitura de Ubarana já havia alertado turistas, na sexta-feira (14), para que evitassem contato com a água, considerada imprópria para banho.

Ao todo, dois produtores locais registraram perdas significativas. Um deles, com 28 tanques, perdeu cerca de 25 toneladas de peixes. Outro, com 11 tanques, perdeu aproximadamente oito toneladas. Os piscicultores temem que o impacto econômico possa levar ao desemprego, especialmente durante a Quaresma, período em que tradicionalmente aumenta o consumo de pescados.

Investigação e análises da Cetesb

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou que enviará técnicos nesta quinta-feira (20) para colher amostras da água e realizar inspeções ambientais ao longo do Ribeirão Fartura e Rio Tietê. O objetivo é identificar possíveis fontes de contaminação e verificar as condições operacionais das pisciculturas.

De acordo com o órgão ambiental, apesar do prejuízo econômico significativo, não houve, até o momento, constatação de danos ambientais diretos em função da mortandade das tilápias.

Fenômeno das águas verdes preocupa moradores

Desde o início do ano, a população local e pescadores têm notado uma mudança na coloração da água do Rio Tietê, que se apresenta frequentemente esverdeada e com cheiro forte.

Segundo a professora Maria Stela Castilho, da Unesp, o fenômeno está relacionado à proliferação de algas aquáticas, causada pelo excesso de nutrientes vindos de resíduos domésticos, industriais, agrícolas e da vinhaça, subproduto da indústria sucroalcooleira.

Essas algas reduzem o nível de oxigênio na água, tornando o ambiente desfavorável para os peixes, o que pode explicar a recente mortandade registrada na região.

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