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Auriflama - Quarta-feira, 26 de Março de 2025

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Investigação sobre morte de jovem em Auriflama revelou esquema de exploração sexual e cárcere privado

Apuração começou após morte de jovem de 19 anos encontrada em boate


Investigação sobre morte de jovem em Auriflama revelou esquema de exploração sexual e cárcere privado

AURIFLAMA - A Polícia Civil de Auriflama desarticulou uma quadrilha acusada de explorar sexualmente e manter mulheres em cárcere privado em boates de Auriflama (SP). 

A investigação teve início após Regina Aparecida Marques Vieira, de 19 anos, ser encontrada morta no dia 25 de fevereiro deste ano em uma boate da cidade. Ela foi enterrada em Fernandópolis (SP). 

Inicialmente tratado como suicídio, o caso passou a ser investigado como homicídio ou indução ao suicídio, pois dias antes de sua morte, a jovem foi espancada na boate.  

A prisão de um responsável pelo esquema aconteceu na sexta-feira, dia 21 de março, em Aparecida do Taboado (MS). A quadrilha também mantinha boates em Pereira Barreto (SP) e Catanduva (SP). 

Jovens atraídas por falsas promessas de emprego

Segundo informações da delegada responsável pelo caso, Dra. Caroline Baltes, as mulheres eram atraídas com falsas promessas de emprego. Ao chegarem aos locais, eram mantidas em situação vulnerável, privadas de liberdade, alimentação adequada e comunicação com o exterior.

Mulheres agredidas ao tentar fugir

As investigações revelaram que as vítimas, com idades entre 19 e 25 anos, tinham os portões dos estabelecimentos trancados. Caso tentassem fugir, inclusive pulando muros em busca de alimentos, eram perseguidas e brutalmente agredidas.

Operação policial apreende armas, drogas e documentos

Durante a operação que desmantelou o esquema criminoso, policiais civis apreenderam drogas, armas de fogo, celulares e cadernos de contabilidade que comprovam a atividade ilegal. Os locais foram interditados por ordem judicial. 

Os envolvidos estão sendo investigados por organização criminosa, favorecimento da prostituição, cárcere privado, estupro e homicídio. As autoridades seguem aprofundando as investigações para identificar outros possíveis integrantes e vítimas do esquema criminoso.

 

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