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Região - Sexta-feira, 28 de Março de 2025

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Poluição no Rio Tietê impede pescadores de trabalhar durante Quaresma

Poluição no rio afeta o comércio local e gera perdas de até 70% nas vendas. Em Ubarana e Mendonça, muitos pescadores estão de braços cruzados devido à água verde e à mortandade de peixes


Poluição no Rio Tietê impede pescadores de trabalhar durante Quaresma

REGIÃO - A poluição no Rio Tietê tem causado prejuízos para pescadores e comerciantes das regiões de São José do Rio Preto e Araçatuba, que dependem da atividade para sobreviver. Devido à água esverdeada e à mortandade de peixes, muitos não conseguem trabalhar, sofrem com danos nos motores de popa e estão sem fonte de renda em plena Quaresma.

Por conta do período que antecede a Páscoa, quando o consumo de peixes aumenta significativamente, muitos estão preocupados. Recentemente, o g1 e a TV TEM noticiaram casos de tilápias, camarões e até arraias encontrados mortos às margens do Tietê em cidades do noroeste paulista.

Além de afastar os turistas, a situação traz danos ao meio ambiente e foi alvo de medidas emergenciais por parte do Governo de São Paulo para tentar solucionar o problema da eutrofização.

Segundo as autoridades, a proliferação excessiva de algas nas águas e o descarte irregular de esgoto são alguns dos fatores que ocasionaram esse processo de degradação da fauna e da flora.

Thiago Terradas é dono de uma loja de artigos para pesca inaugurada há apenas oito meses em Ubarana e relata que o movimento caiu drasticamente.

“O prejuízo está sendo grande, porque diminuiu em torno de 70% o movimento da loja. Além da venda cair, você acaba perdendo principalmente a isca viva. Nessa semana que passou mesmo, a gente não vendeu nada”, destaca em entrevista à TV TEM.

Para os pescadores, a situação se tornou insustentável. Em Mendonça, um trecho do Rio Barra Mansa, que é um afluente do Tietê, está cheio de algas, o que prejudica a atividade. Além disso, a densidade da água pode causar danos aos motores de popa.

“Você não vê pescador no rio. Os motores estão entupindo com as algas, e o gasto com manutenção dobra”, conta o pescador Luciano Ferrari de Oliveira.

 


 


 


 

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