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Iniciativa faz parte de pacote do Governo de SP para ampliar rede de proteção e atendimento a vítimas de violência
O município de Auriflama (SP) foi contemplado com a implantação de Sala da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), como parte de um pacote de medidas anunciado pelo governador Tarcísio de Freitas para fortalecer as políticas públicas de combate à violência contra a mulher.
Ao todo, o Governo do Estado de São Paulo prevê a criação de 69 novas Salas DDM em diferentes regiões, com foco na ampliação do acesso ao atendimento especializado, principalmente em municípios de menor porte.
As Salas DDM são estruturas instaladas dentro de unidades já existentes da Polícia Civil, preparadas para oferecer atendimento humanizado, reservado e especializado a mulheres vítimas de violência. O modelo busca garantir mais agilidade no acolhimento e ampliar a capilaridade do serviço no interior do estado.
Em Auriflama, a iniciativa reforça a rede de proteção local, permitindo que mulheres tenham acesso mais rápido a suporte institucional, sem a necessidade de deslocamento para outras cidades.
Atendimento especializado
Além do registro de ocorrências, as Salas DDM oferecem escuta qualificada, orientação sobre medidas protetivas e encaminhamento para serviços de apoio, como assistência social e jurídica. A proposta é fortalecer a resposta do poder público e ampliar a proteção às vítimas.
A previsão é que as novas unidades sejam implantadas ao longo do próximo quadrimestre.
Ampliação da estrutura no estado
Além da criação das salas, o governo estadual também publicou decreto que amplia a estrutura das Delegacias de Defesa da Mulher em São Paulo, com a reclassificação de nove unidades.
A medida considera critérios como volume de atendimentos e população atendida, permitindo adequar a estrutura das delegacias à demanda real de cada região. Na prática, isso possibilita a ampliação de equipes, melhorias na infraestrutura e mais agilidade nos atendimentos.
Segundo o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, a mudança deve reduzir o tempo de resposta e aumentar a efetividade na proteção das vítimas. Já a coordenadora estadual das DDMs, Cristiane Braga, destacou que a iniciativa contribui para um atendimento mais qualificado e humanizado, especialmente em casos de violência doméstica e familiar.